domingo, 28 de outubro de 2007

O que faz você feliz?



Esses dias eu conversava com a minha mãe enquanto víamos televisão. E eis que passa o comercial do supermercado Pão de Açúcar. [Muito conhecido e muito comentado] Hoje em dia poucos são os programas [ou propagandas] que passam na televisão brasileira que valem à pena a família sentar no sofá em frente à televisão e ver. Esse comercial é um dos que valem. Até agora eu estou boba com o tipo de conversa que este comercial de 30 segundos nos rendeu.
Eu fui arrebatada até os confins da minha ínfima memória. Fui arrancada do meu presente e jogada em um passado feliz. Um passado que eu não recordava ser tão alegre. Aquele momento em que a minha mãe falava das coisas que tinham gostinho de infância para ela permitiu que os meus pés saíssem do chão. Permitiu que a minha memória começasse a dar sinais de vida, e que sinais.
Por um momento eu fiquei pensando o que é gostinho de infância’, parecia ser apenas mais um termo saudosista, mas eu sabia que não era isso. Eu apenas não sabia o significado. Eu já tinha embarcado no meu túnel do tempo, era tarde demais para voltar atrás.
Lembrei de várias coisas gostosas que eu fazia com os meus amigos. Brincadeiras inocentes, felizes e às vezes até idiotas, mas que me faziam feliz. Hoje em dia quase não nos vemos mais fora das minhas memórias e lembranças. Uma das coisas que eu mais me lembro é a primeira gripe do ano, ops, a primeira chuva do ano. Não importava o que estivéssemos fazendo a primeira chuva do ano era ‘batata’ ter banho de chuva. Jogos de tabuleiro. Stop, Queimado, Pique-bandeirinha, lata, esconde, alto, parede e todos os outros piques existentes.
Semana passada eu experimentei outra coisa gostosa da nossa época. Faltou luz na minha rua e como de praxe ficamos na rua, conversamos e relembramos os velhos tempos. Mas eu cheguei a uma conclusão, os velhos ficaram velhos demais para curtir a vida. Será que isso tem jeito? Nós mudamos, crescemos, nos afastamos. Será que isso tem jeito?
Mas... O que me faz feliz?
Saber que eu tenho amigos. Saber que eu vivi e vivo. Saber que está tudo ao meu alcance. Poder fazer uma panela de brigadeiro, ou um tabuleiro de pão de queijo para servir de motivo para ter amigos aqui comigo. É poder dizer ‘vamos ao cinema’ e não ver filme nenhum só porque ficamos tricotando o filme inteiro. Ou até mesmo ir ao cinema e ver o filme de olhos fechados, pois detesto filme de terror, mas meus amigos gostam. O que me faz feliz é poder me alegrar com as pequenas coisas, mas que com a companhia certa se tornam imensas, incríveis, perfeitas!
Finalmente pude sentir o que é ‘gostinho de infância’. Para mim é fazer coisas simples, coisas que eu fazia na infância e não me preocupava com repreensões.

Uma ótima semana!

sexta-feira, 19 de outubro de 2007



O tempo passou. Grandes e belas pessoas eu conheci. O mundo da blogosfera revelou-se mais belo que eu pudesse imaginar. Nesse um ano o que posso observar é um crescimento. Eu mudei. Meu blog mudou.

Escrever aqui é libertador. Não libertador de mim, mas de minhas idéias. Por meio desse teclado as minhas idéias são reveladas.

A única coisa que eu tenho a fazer no dia de hoje é agradecer a todo o carinho que eu tenho recebido dos amigos que lêem e comentam.

Do fundo do coração espero que este seja apenas o primeiro de muitos aniversários!
Então chega mais para perto da mesa, não faça cerimônia. Aqui é todo mundo de casa. O refri tá ali do lado. As comidas estão em cima da mesa e na cozinha. Ah, por sinal, as pessoas têm a mania de ficar conversando na cozinha. Se você for uma delas lembre-se de não ficar na porta. A cozinha é pequena como você pode ver né...rsrsrsrs... no mais have fun!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Há momentos na vida em que tudo o que queremos é o que não podemos ter.
Acho que todos já passamos por isso. E eu passei por isso há poucos dias.

Manhã normal, eu ainda sonolenta a caminho da faculdade. Quando repentinamente ele entra no mesmo recinto que eu. Ainda um pouco distraída eu fiz como o comercial do shampoo da nova linha da Seda [me olha, me olha de novo], mas no caso fui eu quem olhou. Eu não acreditava no que eu estava vendo e tudo o que eu queria era um celular com câmera fotográfica, mas eu só tenho um celular com rádio fm. Não vou prolongar muito o caso. Eu achei uma foto dele. Mas eu vou necessitar da sua imaginação para que possas compreender exatamente o que eu passei às 06:38 AM no Metrô. E o que tem demais nele?? A cor! Pois se ele fosse pretinho assim estava com... ele era igual a uma tábua corrida...

+ = ?
Então tá... não vou ficar mais falando desse bendito sapato que já me rendeu inúmeras risadas.
O assunto agora é o dia de amanhã... Este blog fará uma aninho no ar. Nem parece... mas já faz um tempo.
Então para começar as comemorações vou colocar um poema de Walt Whitman.
The body is the vessel
That enables the soul
to experience the world.
Por uma livre tradução pode ficar assim:
O corpo é o recipiente
que impede a alma
de experimentar o mundo.
Compartilho este poema com vocês pois encontrei semelhança nele... aqui não há o que nos impeça de experimentar o mundo!
See U!!

domingo, 14 de outubro de 2007

O tempo voa e eu nunca percebo.

Faz um bom tempo que uma pessoa me disse que eu deveria aproveitar o tempo que durmo para estudar. No inicio repudiei esta idéia, na verdade a repudio até hoje, mas isso acabou acontecendo comigo. As noites de sono foram sumindo e sumindo, fui virando zumbi. Blog então, nem pensar. E isso faz tanto tempo que eu até estranhei entrar no blog e ver comentários. E ver o número de acessos.
E, por fim, perceber que eu já estou nesta luta de blog há um ano. É... dia 19 de outubro este blog completa um ano no ar. Tentarei fazer algo um tanto especial para o dia, veremos rsrs...
Manhã de domingo... passei lendo inúmeros blogs, me atualizando. A noite eu volto... para comentar.
Enfim, o tempo voa e eu nunca percebo! [Mesmo!!]

Tenho este pensamento:
" O bom filho à casa torna."